Tinha de chocolate e de baunilha, preferi o último. Me pareceu mais com os biscoitos que comia quando criança. Os de hoje com cara de personagem são modernos demais (#prontofalei). Foi bacana achar no meio da vitrine de livros um pote de plástico com os biscoitos dentro. Ué não é um caderninho? É sim, só que em forma de biscoito dolce feito pela Papelaria.



Mais dois pequeninos vieram pra acrescentar a coleção: os Plain Notebooks Moleskine Volant. Medindo 6,5×10,5 cm, um tem a capa vermelho escuro, o outro vermelho mais claro. Todos dois tem as suas 28 folhas picotadas.



Já os Plain Journals Moleskine Cahiers (o pacotinho vem com 3) são costurados com uma linha bege que combina com o papel kraft da capa. Eles tem 64 páginas em pólen soft e nenhum elástico ou marcador ao contrário do Carnet de Croquis – Le carnet légendaire d’Hemingway, Picasso, Chatwin. (o francês, é porque o meu veio de Paris, chic né?!). Esse tem 80 páginas, 9×14 cm, lombada quadrada, elástico e marcador.






Medindo 10×13 cm, esse caderninho preto também da Papelaria tem 76 páginas e um elástico preso pelo meio da última capa pra fechar. Ah, ele também é costurado na lateral.



O Elizabeth The Golden Age, ganhei em uma promoção do filme. Tá bem surrado porque usei bastante e tem informações que ainda volto pra consultar quando falha minha memória. O bacana dele é o fechamento com uma pecinha de metal e a lateral “pintada a ouro”.


Não poderia deixar para trás o “moleskine” indiano que achamos numa feira aqui em Brasília. Veja aqui o post que fizemos sobre ele.

E, para acrescentar a coleção já encomendamos um Cícero e os caderninhos costurados de capa florida da Clarkson Potter.









