
É um nome muito bacana: linha urso e merecia um post. Dá uma olhada aqui no Pitilé costurado com ela. Ficou classudo, fala a verdade!

É um nome muito bacana: linha urso e merecia um post. Dá uma olhada aqui no Pitilé costurado com ela. Ficou classudo, fala a verdade!
Há algum tempo pensamos em postar um pouco da história de nossa paixão pelos caderninhos, as referências que buscamos e principalmente as dificuldades que encontramos ao iniciarmos nossas experiências em busca de um processo.
Tudo começou como um hobby fruto do contato que sempre tivemos com a industria gráfica e publicidade. Buscávamos uma nova paixão, algo que pudesse nos entreter e, porque não, agregar conhecimento ao processo criativo de nossa agência e de nossa gráfica. Começamos com a criação das carteiras mágicas, que hoje chamamos de tutulés sempre experimentando técnicas e materiais. Um dia recebemos um Moleskine do diretor de arte da agência que havia viajado para Paris, foi nosso primeiro contato com esse caderninho que desde o século 19 é utilizado por artistas e grandes pensadores. Depois de receber esse caderninho, acabamos comprando outros da Papel Craft, Molecos e também Corrupios, da Corrupiola. Pensamos então em criar nossos próprios cadernos e iniciamos nossas experiências e acabamos chegando ao nosso processo que é o que difere os nossos cadernos dos demais. Isso é o legal dos trabalhos manuais, cada um desenvolve seu processo e por mais que o resultado final pareça o mesmo (um caderninho costurado à mão, sapatinhos de crianças, cachecóis, etc.) sempre existe um processo e descobertas diferentes que conferem um caráter peculiar ao trabalho de cada um.
Essa questão me faz lembrar do workshop “processo criativo” que fizemos no Espaço Eco aqui em Brasília e foi ministrado pelo Charles Watson, professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage/RJ. Segundo o professor na arte contemporânea o que importa é o processo para se chegar ao resultado final e não a obra em sí, ao contrário da visão tradicional onde o quadro na parede é o que importa.
Bom, com nossas experiências não preciso dizer que perdemos muito material, desde a primeira carteira mágica ao primeiro caderninho tudo era novo. Um simples furador (AWL) que fora do Brasil é algo simples e se encontra em qualquer lugar foi dificílimo de se conseguir e quando conseguimos era muito grosso, resolvemos improvisar com um cabo de suvela e uma agulha, inicialmente de tecelão e em seguida de costura, os furos com a agulha de tecelão ainda ficaram muito grossos.
Ainda temos muito pela frente, esperamos em breve iniciar algumas experiências com tecido cru para criar nossos próprios padrões. Ta certo que os tecidos do Fernando Maluhy são fantásticos mas se quisermos algo mais autoral vamos ter que acabar experimentando a criação dessas novas padronagens e disso não queremos deixar nunca: EXPERIMENTAR.
Para fechar gostaria de sugerir que comprem caderninhos, bolsas e tudo o mais de todos os crafteiros que conheçam ou venham a conhecer com a certeza de terem sempre peças únicas, mas que se complementam pela vontade de experimentar e de fazer algo que embora muitas vezes pareça igual tem muito de diferente. ;-)
PS: Caso tenha ficado interessado em participar (e vale muito a pena), o Workshop “Processo Criativo” é recomendado pela University of the Arts London, responsável pelas faculdades: Camberwell College of Arts, Central St. Martins College of Art and Design, Chelsea School of Art and Design, The London College of Fashion and The London College of Communications. Informações podem ser obtidas através dos telefones 21-2553-3748 / 9224 ou e-mail wats352@attglobal.net.
Ao folhear uma revista que chegou na agência me deparei com um anúncio superbonitinho da Folha de São Paulo (Nem precisa dizer qual é o jornal com a cara de São Paulo) cheio de carinhas desenhadas. Já vi logo um pitilé ali. Bom, e como não podia deixar de ser, resolvi cortar o anúncio e fazer umas experências. Como a folha era bem fina, revesti com um color plus preto 180g. A capa ficou no tamanho dos pedaços de papéis que sobraram de outras experiências. Juntando tudo o resultado foi um pitilezinho de 5×10 cm. Veja como ficou:

Anúncio da Folha de São Paulo, publicado na pág. 19, CENP em revista, jun/2009.



Hoje chegou uma nova ferramenta no estudio Pitilé: uma chancela com a logomarca. Veja fotos dos pitilés aqui
Fantástico! http://t.co/i6yIUi6V http://t.co/CwHsIIjF
Os sketchs da Fernanda: http://t.co/jb6jz0Cn
#Workshop d ilustração, moda e estilo com Fernanda Guedes em #Brasília (via @comoequetala) http://t.co/6aFc3jGz
Oi.
O estiloso pitilé azul e preto! http://t.co/nhfbZ1Gt